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Informativo Tesla

OFV, válvulas de alívio de pressão

As OFV são válvulas de alívio de pressão angulares com pressão de abertura ajustável.

Brasil pode ser modelo mundial na produção de alimentos sustentáveis

Nos últimos 25 anos, a área utilizada para a plantação de grãos aumentou 50%, enquanto a produção aumentou 200%, afirmou o coordenador do Centro de Estudos do Agronegócio da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Roberto Rodrigues

O investimento em tecnologia feito nas últimas décadas para o agronegócio deu ao Brasil know how para atuar no uso eficiente do solo e garantir uma produção agrícola e pecuária sustentável. Nos últimos 25 anos, a área utilizada para a plantação de grãos aumentou 50%, enquanto a produção aumentou 200%, afirmou o coordenador do Centro de Estudos do Agronegócio da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Roberto Rodrigues, durante a mesa redonda “Produção agrícola de alimentos e sustentabilidade no Brasil”, na Expo Milão 2015.

“Isso se chama sustentabilidade e, graças à tecnologia, que aumenta a produtividade por hectare, o mundo inteiro reconhece o impressionante desempenho brasileiro na área tecnológica. Se tivéssemos a mesma produtividade de 25 anos atrás seriam necessários 60% a mais de área plantada”, explicou o ex-ministro da Agricultura, entre 2003 e 2006, durante os debates.

Ele participou da mesa redonda: Produção agrícola de alimentos e sustentabilidade no Brasil, que reuniu ainda representantes da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e do grupo de trabalho Pecuária Sustentável.

 

Agricultura sustentável

O Brasil reúne todas as características necessárias para ser considerado um país sustentável. Segundo o superintendente técnico da CNA, Bruno Lucchi, o resultado do comprometimento é que 61% do território nacional encontra-se em área de conservação. “Só o Brasil tem uma área como essa, nós temos condições de avançar muito mais. O mesmo vale para a pecuária, cuja produção de carne aumentou 30% enquanto o tamanho da área ocupada pelo rebanho diminuiu 20%”, destacou o superintendente.

Esse casamento entre agronegócio em tecnologia também tem impacto no comércio. O agronegócio representa 24% do Produto Interno Bruto (PIB), desse total, 29% dizem respeito à produção agropecuária em todas as fazendas brasileiras. O setor é responsável por 30% dos empregos no país e, ainda, por 43% do valor das exportações brasileiras.

 

Evolução do agronegócio

Na última década, o agronegócio saiu de uma exportação de US$ 39 bilhões de dólares para US$ 89 bilhões de dólares. No ano passado, o saldo comercial do agronegócio foi de US$ 80 bilhões, enquanto nos demais setores o valor foi negativo, US$ 84 bilhões. “O saldo comercial do agronegócio é sistematicamente positivo e crescente enquanto os demais setores apresentam superavit em queda”.

Todos os números positivos têm como objetivo central investimentos estratégicos em pesquisa. Coordenado pela CNA, vários programas incluem diferentes vertentes que levam o Brasil rumo a uma formatação cada vez mais sustentável.

O projeto biomas, que insere árvores no sistema produtivo, prevê nove anos de trabalho, envolvendo 330 pesquisadores e a atuação nos seis biomas brasileiros. O objetivo é plantar 120 mil espécies de árvores na recomposição de áreas de reserva legal e de preservação permanente, explicou Lucchi.

 

Liderança brasileira

O Brasil se tornou líder em agricultura tropical graças à descoberta de novas formas de trabalhar a agricultura e a pecuária. Hoje, temos solos mais férteis e um sistema de produção que serve de referencia internacional.

“Enquanto na Europa e nos Estados Unidos é preciso esperar seis meses entre uma colheita e um plantio, no Brasil existe uma diferença de apenas dez minutos entre colher uma cultura de soja e plantar milho, por exemplo, isso é extraordinário”, explicou o chefe da secretaria de Inteligência e Macroestratégia da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA), Elísio Contini.

Um dos exemplos da eficiência brasileira é a chamada correção da fertilidade do solo, que só é possível com investimento em tecnologia, e da fixação biológica de nitrogênio, um microrganismo responsável por extrair do ar o nitrogênio que a planta precisa. Com isso, é possível economizar no uso de fertilizantes, reduzir custos e ter um efeito positivo sobre o meio ambiente.

Aliar conhecimento, investimento em pesquisa e novas tecnologias, é a combinação considerada fundamental para superar desafios que vão além da fronteira brasileira, como aumentar a produção de alimentos de forma sustentável. O Brasil pode ser o principal ator nesse sentido.

*Fonte: CNA - Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil

Os pressostatos RT são usados nos setores marítimo e industrial em geral.

WORK SHOP - REFRIGERAÇÃO INDUSTRIAL

Agradecemos a participação de todos em nosso Work Shop – Refrigeração Industrial, realizado no dia 18/06/2015, no SENAI em TOLEDO – PR.

Sentimo-nos honrados com vossas presenças. Esperamos ter atendido às suas expectativas, com soluções que contribuirão ao seu negócio.

Estamos à disposição para sugestões, comentários e eventuais esclarecimentos.

 

 

 

SOFT START PSR ABB

A EV225B É UMA VÁLVULA DE VAPOR DE 2/2 VIAS SERVO-OPERADA E COM DIAFRAGMA DE TEFLON.

O corpo da válvula é constituído de latão resistente à dezincificação, e os assentos da válvula, de aço inoxidável, garantindo longa vida útil até mesmo em contato com meios de vapor agressivos.

 

 

 

Na última semana a Tesla Produtos Industriais esteve na Expomeat 2017.

Em parceria com a Danfoss apresentamos a família de blocos de válvulas Flexline™ ICF para refrigeração industrial que combina a máxima liberdade de configuração e número mínimo de soldas numa caixa compacta e robusta. Desse modo, a aplicação de blocos de válvulas em substituição às opções convencionais proporciona agilidade na instalação, e reduz significativamente o risco de vazamento, os custos de manutenção e o tempo de paradas.

 

Além disso, fizemos o lançamento das últimas inovações tecnológicas para o abate humanitário em parceria com a Fluxo. Os insensibilizadores para aves New FX e o UFX7 Plus foram lançados oficialmente na feira e já está a disposição dos nossos clientes.

 

 

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Os transmissores de pressão Danfoss ajudam a manter rígidos processos industriais sob controle. Precisos, robustos e construídos para uma longa vida útil, seu desempenho é confiável no dia a dia, mesmo em ambientes e condições adversas.

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Orçamento do Mapa para 2015 soma R$ 11,7 bilhões

Do total de R$ 18,3 bilhões destinados para orçamento fiscal e seguridade social da área de agricultura e desenvolvimento sustentável para 2015, R$ 11,7 bilhões foram destinados ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), segundo a Lei Orçamentária Anual (LOA) nº 13.115. A LOA apresenta as despesas com o Mapa agrupadas em orçamento fiscal, de seguridade social e de investimento.

Dos R$ 11,7 bilhões, 40,5% são para administração geral (R$ 4,7 bilhões);18,9% para abastecimento (R$ 2,2 bilhões); 13,3% para previdência do regime estatuário (R$ 1,56 bilhão); 14,2% para promoção da produção agropecuária (R$ 1,6 bilhão); 3,7% para desenvolvimento tecnológico e engenharia (R$ 438 milhões) ; 1,7% para proteção e benefícios ao trabalhador (R$ 202 milhões); e 2,8% para defesa agropecuária (R$ 330 milhões).

Já o orçamento de investimento será R$ 42,8 milhões, sendo 88,7% para administração geral (R$ 38 milhões) e 11,3% para tecnologia da informação (R$ 4,8 milhões). Essas verbas são consignadas à Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (CEAGESP), à Companhia de Armazéns e Silos do Estado de Minas Gerais (CASEMG) e às Centrais de Abastecimento de Minas Gerais (CEASAMINAS).

Sobre a LOA

A LOA para o exercício financeiro 2015 foi aprovada pelo Congresso Nacional em 17 de abril e publicada no Diário Oficial da União (DOU) de 22 de abril. As estimativas de receitas e a fixação de despesas consideradas na lei foram obtidas a partir dos diagnósticos sobre a conjuntura econômica e perspectivas para 2015.

De acordo com a Constituição, a LOA abrange o orçamento fiscal referente aos Poderes da União, seus fundos, órgãos e entidades da administração direta e indireta, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo poder público; o orçamento de investimento das empresas em que a União, direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto e o orçamento da seguridade social, abrangendo todas as entidades e órgãos a ela vinculados, bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo poder público.

Controlador de Fator de Potência - RVC 12 Estágios

Liberação de carne para os EUA abrirá outros mercados

A abertura do mercado dos Estados Unidos para carne "in natura" do Brasil, que empresários do setor esperam que seja anunciada no encontro de Dilma com Obama em junho, abrirá outras importantes portas para o país.

Os norte-americanos são os maiores importadores mundiais do produto-- em 2013, o país comprou no exterior 1,021 milhão de toneladas de carne bovina-- e a entrada nesse mercado exigente permitirá também a exportação para o Canadá, o México e países da América Central que ainda não são clientes do Brasil.

"Os Estados Unidos vão nos dar um passaporte para o Nafta e quase todos os países da América Central", diz Antônio Jorge Camardelli, presidente da Abiec (associação de indústrias exportadoras de carne).

"Muitos países da América Central se valem do padrão americano como barreira à carne que não é aceita nos Estados Unidos." O setor estima que só o mercado americano represente para o Brasil um volume médio inicial de 40 mil toneladas ao ano.

Para empresários, já foram atendidas as exigências técnicas para a liberação. "Só faltam ajustes, como a equivalência de sistemas de inspeção e certificação sanitária. Mas a decisão, acredito, já está tomada", afirma.

A produção interna dos EUA está pressionada pela baixa de seu rebanho.

A inserção brasileira nos EUA será por meio de matéria prima para hambúrguer. O Brasil não é competitivo na carne gourmet. O anúncio da retomada das vendas para a China, interrompidas em 2012, também é esperada para breve, durante a visita ao Brasil do primeiro-ministro Li Keqiang, no próximo dia 19 de maio.

*Fonte: Folha de SP

 

VÁLVULAS SOLENOIDES

Brasil avançará no mercado de carnes na próxima década

Em 2023, o consumo mundial de carnes de frango e de suíno será 41 milhões de toneladas superior ao atual. Além disso, a expansão da demanda de carne bovina será de 9 milhões de toneladas.

O dado é da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) e da FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura).

Debruçados sobre esses números, dois especialistas dos setores de carnes e de grãos do Rabobank, banco especializado no agronegócio, avaliaram quem poderia suprir essa demanda. E, claro, com rentabilidade para os produtores.

Adolfo Fontes, analista que atua na área de pesquisa de proteína animal do banco, e Renato Rasmussen, analista de mercado de grãos e de oleaginosas, acreditam que o Brasil é um dos candidatos.

O país tem duas vantagens. Adquiriu um bom status sanitário e, devido à posição geográfica, está fora da rota de doenças, principalmente as trazidas por aves silvestres.

Outra vantagem é que o país será um dos poucos que conseguirão aumentar a produção com redução de custos, devido à expansão da oferta de grãos e à busca de novas regiões de produção.

Além disso, o país tem também o mercado interno para ajudar nessa expansão de produção. Apesar das dificuldades atuais, o cenário melhora nos próximos anos.

Esse crescimento de demanda favorece não apenas os produtores de proteínas, mas toda a cadeia do agronegócio. Os analistas do Rabobank acreditam que serão necessários investimentos de US$ 6,4 bilhões na próxima década para uma realocação da produção de carnes para a regiões onde há uma oferta maior de grãos.

Redução de custos

Essa proximidade da produção de carnes com a de grãos permite uma redução de custos. Fontes exemplifica com números.

O custo adicional de logística para trazer um quilo de carne do Centro-Oeste para as regiões Sudeste e Sul é, em média, de R$ 0,15.

Mas a produção dessa carne nas novas regiões de fronteiras de grãos diminui os custos do frango em R$ 0,30 por quilo, enquanto o de suíno fica R$ 0,40 menor.

"Há grande potencial de produção de proteínas nessas áreas", diz Fontes.

O setor de grãos também será beneficiado pelo avanço da produção de carnes no país, aponta Rasmussen. Ele acredita que a maior produção de frango vai gerar uma demanda extra de 5,5 milhões de toneladas de milho e de 2,1 milhões de toneladas de farelo de soja por ano.

A alta na produção de carne suína vai exigir demanda adicional de 2,5 milhões de toneladas de milho e de 700 mil de farelo de soja.

Os analistas do Rabobank preveem que a produção de frango salte de 12,3 milhões de toneladas, em 2013, para 16,2 milhões em 2023.

Esse crescimento de 3,9 milhões de toneladas significa uma evolução anual de 2,8%.

As exportações aumentariam 40% no mesmo período, atingindo 4,9 milhões de toneladas por ano. Já o consumo interno, ao subir para 11,3 milhões de toneladas por ano, registraria uma evolução média anual de 2,5%.

O mercado de carne suína também melhora, com crescimento médio anual de 2,4% para o consumo e de 3,3% para as exportações.

Na avaliação dos analistas do Rabobank, a produção nacional de carne suína deverá atingir 4,4 milhões de toneladas em 2023, 1 milhão a mais do que a atual.

 

Novas fronteiras

Boa parte da nova produção de carnes virá das novas fronteiras agrícolas, principalmente do Centro-Oeste.

O avanço da produção para novas áreas não será fácil nem barato. O sistema de produção entre Sul e Centro-Oeste é diferente, não só no tamanho da propriedade como na cultura do produtor.

O sistema de integração e de trabalho ligado a cooperativas do Sul não é compatível com a produção em larga escala das novas fronteiras.

Logística e mão de obra serão dois problemas a serem enfrentados pela produção de proteínas nessas novas áreas.

Rasmussen destaca, porém, que as obras em estradas como a BR-163 e o maior escoamento de grãos pelo Norte poderão reduzir os custos com frete em até 40%.

Para Fontes, um dos segredos da produção brasileira é que o país soube avaliar bem as necessidades do mercado. O produtor agrega valor produzindo cortes especiais e produtos específicos para as diversas regiões do mundo, segundo o analista do banco.

*Fonte: Folha da São Paulo

15 DE SETEMBRO - DIA DO CLIENTE

" Vender a primeira vez não é tão difícil, a competência está em vender sempre para o mesmo cliente." Paulo Eduardo Dubiel.

Obrigado a todos os clientes pelas oportunidades, é imensa a nossa satisfação em poder fazer parte da mesma rede de relacionamento, faremos o máximo para continuarmos com essa rede intacta e fortalecida cada vez mais.

Um abraço a todos da Equipe Tesla Comercial.

Alta do dólar: prejuízo ou lucro no Agronegócio?

Um dos assuntos mais discutido nas últimas semanas foi o derretimento do valor do real frente ao dólar, o que está deixando os brasileiros apreensivos com relação ao futuro da economia nacional. Não é mais surpresa vermos notícias de que a moeda americana alcançou a maior cotação em relação ao real nos últimos 12 anos, chegando próximo a R$ 3,30.

E também é impossível saber qual será a cotação da moeda no momento em que você, caro leitor, estiver com esse artigo em mãos. A verdade é que a expectativa para o primeiro trimestre deste ano não é das mais otimistas: dólar valorizado, inflação em alta e PIB negativo.

Baseado em grande parte nas exportações, o agronegócio é um dos setores mais impactados por essas variações na economia. A valorização do dólar pode repercutir de diversas formas no segmento. Por um lado, quando pensamos nas commodities, que têm um vasto mercado internacional e, por isso, grande parte de sua produção é para exportação, casos de café e soja, a desvalorização do real veio em boa hora, já que facilita a comercialização fora do Brasil.

Nos últimos anos, os exportadores desses produtos observaram uma ascensão nos preços, porém a enorme produção de soja nos Estados Unidos fez com que o valor das commodities caísse vertiginosamente. A alta da moeda americana pode compensar agora parte dessa diferença e permitir que, com o câmbio, as vendas sejam lucrativas ao transformar os valores em reais.

Por outro lado, na medida em que a taxa de câmbio se mantém alta, isso acaba sendo repassado para os custos, ou seja, a produção também se torna mais onerosa. Essa variação pode impactar mais fortemente produtos que têm exportação limitada e mercado internacional mais restrito.

Além destes pontos indicados, é necessária atenção especial ao gerenciamento de endividamento em dólar. As empresas que estão com grande parte de suas dívidas atrelada ao dólar, porém sem contrapartida em exportações, precisam ligar o sinal de alerta, pois estão extremamente expostas à variação cambial.

Diante do cenário atual, o primeiro item da lista de qualquer empresa do agronegócio é saber lidar com o risco cambial. Uma das ações que pode trazer resultados mais imediatos é fazer compras e vendas “casadas”, ou seja, adquirir insumos no mesmo dia que vender produtos. Dessa forma, será possível fazer as negociações com o dólar no mesmo patamar.

Um planejamento rápido e consistente é fator de sobrevivência para o agronegócio nesse momento de instabilidade. Apesar de o planejamento estratégico ter uma relação direta e intrínseca com os resultados de longo prazo, faz parte de sua administração desdobrá-lo no nível tático e operacional.

Assim, é possível gerenciar ações e metas de curto, médio e longo prazos, estabelecendo formas para mensurá-lo. A definição de etapas faz com que a organização empresarial passe a lidar de melhor maneira com possíveis alterações de mercado e economia, como é o caso da variação do dólar.

Ter uma gestão operacional bem estruturada será o que vai definir se os resultados serão positivos ou negativos. Na gestão operacional, é necessária a mobilização de ferramentas nas diversas áreas da empresa, como administrativa, financeira, tecnologia da informação (TI), recursos humanos, cadeia de fornecimento, contabilidade, marketing e produção. São elementos matemáticos e científicos utilizados para implementar melhorias que resultarão em benefícios e agregação de valor ao negócio.

De forma geral, o agronegócio tem tudo para continuar a crescer mais do que outros setores e permanecer como a locomotiva da economia nacional. O segmento deve ganhar mais do que perder com a desvalorização cambial, porém sem uma gestão competente e um planejamento consistente, o cenário com fatores negativos pode se transformar em uma futura crise.

Do KPMG Brasil | Ana Paula Firmato

FELIZ DIA DO CLIENTE

" Vender a primeira vez não é tão difícil, a competência está em vender sempre para o mesmo cliente." Paulo Eduardo Dubiel.

Obrigado a todos os clientes pelas oportunidades, é imensa a nossa satisfação em poder fazer parte da mesma rede de relacionamento, faremos o máximo para continuarmos com essa rede intacta e fortalecida cada vez mais.

Um abraço a todos da Equipe Tesla Comercial.

Exportações de carne de frango crescem em março

Em recuperação após os problemas enfrentados em fevereiro, as exportações brasileiras de carne de frango registraram forte elevação em março, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).  Ao todo, foram 348,9 mil toneladas embarcadas no mês, resultado 7% superior ao registrado no mesmo período do ano passado.

O saldo é ainda maior quando verificado a performance da receita em Reais, que chegou a R$ 1,820 bilhão, 29,2% acima do total obtido em março de 2014.   Em dólares, entretanto, houve queda de 4,3%, com US$ 579,9 milhões.

Com o forte desempenho de março, o setor conseguiu minimizar as perdas acumuladas em volumes, totalizando 928,7 mil toneladas embarcadas, desempenho apenas 0,2% inferior em comparação com o primeiro trimestre de 2014.  Na receita cambial, houve redução de -8,4% no saldo geral acumulado, atingindo US$ 1,592 bilhão no período. Em reais, entretanto, o resultado é positivo em 11,6%, chegando a R$ 4,581 bilhões.

“Superados os obstáculos que enfrentamos em fevereiro, os embarques retomaram seu ritmo e nos permitem manter as previsões que temos quanto ao saldo de 2015, em especial, por conta da abertura de dois novos mercados, o Paquistão e a Malásia.  Obviamente, o setor deverá manter a cautela na gestão do fluxo e da demanda frente aos desafios internos que temos este ano, com os ajustes fiscais”, explica o presidente-executivo da ABPA, Francisco Turra.

Fonte: IA

Com apoio da Danfoss, curso gratuito de Refrigeração Aplicada capacita cerca de 4800 técnicos

Programa de treinamento em boas práticas na área de refrigeração comercial em supermercados foca na redução de vazamentos de fluidos refrigerantes.

Vencida a etapa de eliminação dos clorofluorcarbonos (CFCs), o Brasil tem um novo desafio: zerar a produção, comercialização e importação dos hidroclorofluorcarbonos (HCFCs). Em 2011, o governo brasileiro apresentou o Programa Brasileiro de Eliminação dos Hidroclorofluorcarbonos – PBH ao Comitê Executivo do Fundo Multilateral para Implementação do Protocolo de Montreal, contendo o diagnóstico do consumo de HCFCs no País e a estratégia de eliminação das substâncias para a primeira fase. No programa consta a realização de ações regulatórias, a execução de projetos de conversão de tecnologias para o setor e a execução de projetos de contenção de vazamentos para o setor de serviços. 

Neste contexto, destaca-se o programa de treinamento em boas práticas na área de refrigeração comercial em supermercados, que promove a capacitação e o treinamento de 4800 profissionais em cinco regiões piloto do Brasil. A iniciativa priorizou a realização das boas práticas na refrigeração comercial para supermercados com foco na redução de vazamentos de fluidos refrigerantes. 

A Danfoss apoia o curso desde o início do desenvolvimento do programa em 2012. A empresa contribuiu para a confecção de 10 kits didáticos móveis compostos por um sistema de refrigeração de capacidade reduzida para simulação de um mini-rack para supermercados. Foram doados componentes com conexão brasada, como válvulas solenoides, válvulas de expansão eletrônicas e mecânicas, controladores, pressostatos, termostatos, sensores entre outros, todos com a mais alta tecnologia disponível, para deixar o sistema em condições seladas e o mais eficiente possível. 

“A parceria com a Danfoss é muito importante porque viabiliza o intercâmbio contínuo sobre inovações tecnológicas e a experiência prática dos participantes dos treinamentos com material didático que corresponde ao estado mais atual do mercado”, destaca Stefanie von Heinemann, representante da GIZ.

A ação faz parte do Programa Brasileiro de Eliminação dos HCFCs-PBH, que é coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente e tem como objetivo promover a eliminação de 16,6% do consumo de HCFCs no Brasil até 2015. A entidade responsável pela implementação do Programa de Treinamento é a Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável por meio da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ), com o apoio da Associação Brasileira de Supermercados (Abras).

Fonte: Revista Frigonews

Venda para Rússia cai e brasileiros buscam alternativa

A abertura comercial da Rússia para o Brasil não se traduz em benefícios e os exportadores nacionais saem em busca de alternativas. A partir de hoje, uma missão dos exportadores brasileiros de carne suína inicia negociações pela Europa para tentar abrir novos mercados e reduzir sua dependência do mercado de Moscou.

O grupo, porém, é apenas o primeiro em uma série de entidades que prometem negociar um melhor acesso para seus produtos, diante da decepção no mercado russo. A partir de meados de 2014, a Rússia passou a sofrer duas sanções da Europa e Estados Unidos em razão da guerra na Ucrânia.

Num esforço de asfixiar o governo de Vladimir Putin, europeus e americanos passaram a adotar medidas para impedir que seus fornecedores pudessem vender carnes e produtos agrícolas para Moscou. A esperança, porém, é de que isso beneficiaria as exportações brasileiras.

Mas a crise econômica que se seguiu às sanções e a desvalorização de 50% do rublo anularam qualquer lucro. Nos dois primeiros meses de 2015, as exportações brasileiras para a Rússia caíram em 41%, somando US$ 282 milhões. No mesmo período, as exportações de carnes para a Rússia encolheram em 49%, para apenas US$ 137 milhões.

No segmento de carnes bovinas, a queda foi de mais de 60%, contra 20% de retração em suínos e 54% de queda no açúcar. Missão. Diante da queda, o presidente executivo da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Francisco Turra, inicia nesta semana uma missão para Bruxelas.

Seu objetivo é o de negociar a abertura do mercado europeu para a carne suína e, assim, reduzir a dependência sobre a Rússia. "Queremos reduzir a dependência das agroindústrias suinícolas dos países do Leste Europeu", declarou Turra. Sua estratégia é a de apostar na agroindústria de Santa Catarina.

"O Estado é reconhecido pela OIE como livre de aftosa sem vacinação, um requisito que pode ajudar nas negociações", informou a ABPA, em um e­mail. No Itamaraty, diplomatas confirmaram ao Estado que outras entidades e empresas também já planejam buscar alternativas diante da queda nas compras russas. Além da Europa, o mercado asiático será uma das prioridades. 

*FONTE: O Estado de S. Paulo

Danfoss ministra palestra no ENTRAC

Empresa global no fornecimento de tecnologias que atendem à crescente demanda da cadeia produtiva de alimentos, eficiência energética, soluções favoráveis ao clima e infraestrutura moderna, a Danfoss participa do Encontro Tecnológico de Refrigeração e Ar Condicionado (ENTRAC) que acontece nos dias 19 e 20 de agosto no Bristol Century Plaza Hotel, em Vitória (ES).

Nesta edição do ENTRAC serão abordados os temas eficiência energética e sustentabilidade ambiental nos segmentos de refrigeração e ar condicionado. Os engenheiros de vendas Leonardo Prado, de Commercial Compressors; Nelson Gomes, de Heating, e Fabrício Krasovski, de Drives, ministrarão uma das palestras do evento com o tema “Tecnologias de velocidade variável, balanceamento e controle para sistemas de HVAC/R”, no dia 20 de agosto, às 13h30.

A Danfoss fornece produtos e soluções, dentre outras aplicações, para os segmentos de refrigeração e ar-condicionado. O objetivo destas soluções é proporcionar a redução no consumo de energia elétrica e a otimização dos sistemas de climatização em edifícios comerciais.

A palestra é gratuita e as inscrições devem ser feitas no link: http://migre.me/qyjie

INVESTIMENTOS PUBLICITÁRIOS DO MERCADO DE CARNES, AVES E DERIVADOS CRESCEM 133% EM 2014

Os investimentos publicitários cresceram 8% no ano passado em relação a 2013, passando de R$ 112 bilhões para R$ 121 bilhões em 2014. O destaque foi o setor de Alimentação, impulsionado pela categoria “Carnes, Aves e Derivados”, que cresceu 133% no período. As informações são do novo estudo “Retrospectiva e Perspectivas”, que, além dos dados consolidados de investimento publicitário em 2014, traz análises aprofundadas sobre o segmento.

“Sabendo da importância deste levantamento para todo o mercado, decidimos complementá-lo com novas informações sobre o investimento publicitário. Agora, os rankings de maiores anunciantes, setores, meios e praças são acompanhados de análises que levam em consideração o cenário político e econômico, assim como as perspectivas para 2015”, afirma Rita Romero, diretora de Monitor do IBOPE Media.

Entre os meios, a TV aberta permaneceu, mais uma vez, como a primeira colocada no volume de publicidade (56%), com R$ 67 bilhões de investimentos. O jornal, com mais de R$ 17 bilhões, e a TV por assinatura, com R$ 11 bilhões, aparecem em seguida no ranking.

Já em relação aos setores, “Comércio e Varejo” segue na liderança. Logo atrás, aparece “Higiene Pessoal e Beleza” – um dos menos impactados pela crise e pela estagnação da economia –, com crescimento dentro da média do investimento publicitário total. O setor de Alimentação, por sua vez, cresceu 37%, principalmente devido ao aumento dos investimentos realizados pela categoria “Carnes, Aves e Derivados”, conforme mencionado anteriormente.

São Paulo continua liderando os mercados monitorados, com 25% de participação em relação ao total, seguido por Rio de Janeiro (11%) e interior de São Paulo (6%). Belo Horizonte e Florianópolis se destacaram, com aumentos de 14% e 15%, em relação ao ano anterior.

*Fonte:  Portal da Propaganda

Agronegócio, parte promissora do PIB

Enquanto os diversos setores da economia nacional patinam numa crise que colocou o País à beira de uma recessão, o agronegócio mantém os bons resultados e teve, no primeiro semestre de 2015, sua maior participação nas exportações nos últimos seis anos.

O segmento respondeu por 45,9% das vendas externas totais do País. Os embarques do setor totalizaram US$ 43,3 bilhões. As importações somaram US$ 7,1 bilhões e o segmento teve superávit de US$ 36,2 bilhões.

Nada menos do que sete dos dez principais produtos da pauta de exportações brasileiras são do agronegócio. Juntos, estes sete produtos geraram US$ 28,6 bilhões em receita.

*Fonte: DCI

Fluxo Lança no mercado linha de voltímetros e amperímetros digitais TRUE RMS AC+DC com barra gráfica tricolor

Os indicadores de tensão e corrente Fluxo foram desenvolvidos unindo a indicação digital, juntamente com uma barra gráfica de led’s tricolor programável, possibilitando uma leitura da grandeza e sua indicação se está de acordo com os parâmetros pré determinados, tendo a possibilidade de acionamento de alarme quando não estiverem. 

Sendo o único equipamento do mercado capaz de ler tensão ou corrente RMS AC+DC, e freqüência do sinal até 2KHz, possibilita a sua utilização em qualquer aplicação, mesmo aquelas que exigem uma resposta dinâmica dos parâmetros obtidos, independente da forma de onda aplicada, podendo ser AC, DC ou qualquer resultado da soma entre as duas. Pode inclusive ser conectado a saída de inversores de freqüência para leitura de tensão ou corrente.

Com a comunicação RS485 e o protocolo MODBUS RTU (opcional), os indicadores podem ser conectados a um supervisório, possibilitando o registro e armazenamento das grandezas medidas, facilitando uma análise ao longo do tempo.

Disponível nas seguintes faixas de operação

Voltímetro:
0V-100V, 0V-250V, 0V-500V, 0V-750V, Demais faixas sob consulta.

Amperímetro:
0 A -1 A, 0 A -5 A, 0 A -10 A – com TC, 0 A -20 A – com TC, 0 A -50 A – com TC, 0 A -100 A – com TC; 0 A -200 A – com TC, 0 A -500 A – com TC,

Brasil e EUA reforçam compromisso com a alimentação mundial

Uma declaração conjunta elaborada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) reforça o compromisso entre os dois países na parceria bilateral nas questões de alimentação mundial. O documento foi divulgado em 10 de julho.

De acordo com a declaração, a produção global de alimentos deve crescer cerca de 70% nos próximos 25 anos para alimentar uma população estimada em 9 bilhões de pessoas até 2050.

Parceiros na tarefa de garantir comida para o mundo por serem os maiores produtores mundiais de alimentos, Brasil e Estados Unidos se comprometeram a trabalhar juntos e buscar eficiência em novas tecnologias, a fim de atender à crescente demanda por alimento seguro e sustentável. Por isso, três áreas foram destacadas: novas tecnologias, mudanças climáticas e segurança alimentar.

Na declaração, Brasil e EUA consideram fundamental que os produtores agrícolas tenham acesso às mais novas e apropriadas tecnologias, além da melhoria da reprodução convencional, biotecnologia e outras tecnologias inovadoras.

“Encorajamos todos os países a avaliar novas tecnologias de maneira transparente, baseada na ciência e com aplicação de medidas comerciais menos restritivas. Não fazer isso levará a distorções de mercado e a perda de oportunidades para melhoria na produtividade, que afetarão negativamente o meio ambiente, a produção agrícola e a inocuidade dos alimentos”, diz a nota.

Sobre as mudanças climáticas, a declaração ressalta que o Brasil e EUA pediram a outros países que compartilhem informações e pesquisas, com o objetivo de identificar práticas e tecnologias para aumentar a produção, utilizar água de forma eficiente, reduzir a perda de alimentos, construir resiliência aos eventos climáticos e se adaptar às mudanças climáticas.

O documento ressalta ainda que “o aumento de oportunidades e medidas menos restritivas ao comércio são uma das mais efetivas maneiras de melhorar a segurança alimentar, especialmente para os países menos desenvolvidos”.

Ainda segundo a nota, Brasil e EUA reconhecem a importância de coletar e compartilhar dados sobre alimentação, produção agrícola e mercados, combatendo os efeitos das mudanças climáticas sobre a produtividade agrícola e alavancando tecnologias para melhorar a segurança alimentar em todo o mundo.

Fonte: http://www.agricultura.gov.br 

 

18 a 21 de setembro de 2012 - TESLA COMEMORA PÚBLICO VISITANTE DA MERCOAGRO 2012

A Mercoagro 2012 teve início na terça-feira 18 com término no dia 21/09 em Chapecó-SC no parque de exposições Tancredo Neves. Durante os quatro dias do evento, contou com a participação de mais de 32.500 visitantes entre profissionais, empresários, diretores e executivos do setor.

Em um estande projetado especialmente para a Feira Internacional de Negócios, Processamento e Industrialização da Carne – Mercoagro 2012, a Tesla Produtos Industriais recepcionou seu público, apresentando novidades em equipamentos para a indústria de processamento de alimentos no ramo eletrônico e lançamento de novos produtos.

A empresa agradece a todos que estiveram presentes no estande da MERCOAGRO 2012.

O evento foi um sucesso!

 
 

Rua Paulo Marques, 153D, Centro | Chapecó | SC | Fone: 49 3330-9100 | Email: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.